19 de maio 2010
2010-05-19 15:12
Práticas para o ensino de arte na formação do professor: mudanças de paradigmas.
Palestrante: Prof.Dr. Belidson Dias (UnB)
Debatedora: Profa.Dra. Irene Tourinho (UFG)
As experiências do Fórum Premanente de Professores da UnB para discutir os currículos constatou que apesar dos avanços, continua homogênea, ou seja, as ementas são fechadas, sendo que se houver abertura nas ementas fica mais flexivél e dinâmica no momento da aula prática. O Fórum acabou por fazer o currículo idêntico ao antigo. Fica evidente o medo de bater de frente com a universidade e com os "detentores do conhecimento", é um espaço feudal, comenta Belidson.
Nos anos 60, na UnB, tinham algumas disciplinas abertas de arte tanto para toda a universidade quanto para a comunidade, daí vê-se a importância dos pensadores como Anísio Teixeira, Gilberto Freyre, Almir de Castro, entre outros, que defendiam a abertura do currículo e quebras de paradigmas.
Segundo Irene Tourinho, o currículo tem que dar conta do imprevisível na prática. Completando, o Prof.Dr. Raimundo Martins diz que a universidade contribuiu para o engessamento do currículo, e que ficou a par do egoísmo por parte dos professores que fecham os olhos para essa mudança.